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Dança Profética Leão de Judá


 

 

Pamela ,Thaymara e Eu



Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 16h15
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Olha Nois no churras (Batismo) que lindas !!!



Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 13h20
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Continuação
O pastor Paulo César Sampaio critica o ato repetitivo e mecânico das coreografias. Para ele, a sistemática repetição tira o fator surpresa, pois se incorpora a liturgia da igreja. Com isso, em breve, alguém vai pensar em outra novidade para completar o louvor. “Cria-se sempre um círculo vicioso, onde sempre haverá necessidade de coisas novas. Importa, antes de tudo, ter um espírito contrito e um coração quebrantado”, conclui.
A adoração é uma atitude interior e não exterior. Esse ato pode ser completo sem a dança, sem a música e sem o canto. Essas expressões são veículos de louvor a Deus. Não podemos usar esses meios como fórmulas para se chegar ao altar do Senhor. Mas também não podemos restringir a dança a apresentações, a não ser que seja uma peça ou ensinamento para a igreja. Se entedermos a dança como parte do louvor, poderemos usá-la com mais sabedoria para atravessar o Santo dos Santos. Ninguém é mais espiritual por usar uma ou outra linguagem. Utilize tudo o que você tem para ser um daqueles adoradores que o Pai está procurando.]

 

 



Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 13h12
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Continuação


Os grupos de coreografia têm invadido as igrejas e daí surge um questionamento. Qual o propósito desse trabalho? Qual o seu significado na adoração? Isabel explica que a música, a dança e o canto fazem parte de uma totalidade que ela denomina como Tabernáculo da Adoração. Cada uma dessas linguagens tem um significado: na música é a sonoridade, a harmonia dos instrumentos; no cântico, são as palavras; e, na dança, é a imagem, o movimento. “Toda arte tem a mesma importância, mas só tem valor se salvar, curar, restaurar e edificar”, ensina. E no caso da dança, a unção vem pelo movimento. Não se trata de um adorno para enfeitar o púlpito da igreja.
Ramon concorda com a líder e completa dizendo que a verdadeira adoração é contagiante. “Quando uma pessoa está adorando verdadeiramente com danças pode influenciar as pessoas que estão assistindo de modo que estas comecem a adorar também. Já presenciei situações como estas”, conta Ramon.
O grupo de Isabel é um exemplo dessas expriências. Em sua última ministração, na Vigília de Bento Ribeiro (RJ), ela conta que pessoas foram curadas, libertas e restauradas. As ministrações têm sido feitas com traje vermelho porque representa o sangue de Jesus. Dentro dessa visão, eles têm visto grandes coisas acontecerem. No momento em que o grupo estava dançando, pontos de luz na mesma cor brilhavam na parede do local. "Um irmão me mostrou uma foto que foi tirada no momento, onde ficou registrado aquele fenômeno sobrenatural. O pastor ficou surpreso quando viu que aquela paisagem de fundo não fazia parte da decoração", testemunha.
A ministração pode ser feita de duas maneiras. Através da dança pré-estabelecida e a espontânea, que pode ser comparada à música. Nós cantamos uma canção ensaiada ou ministramos com cânticos espirituais. O mundo chama de improvisação, mas cremos na inspiração do Espírito Santo. Para Isabel, há momento para os dois, assim como no louvor. “É Ele quem nos conduz a uma dança profética”, conclui. Outra diferença é dança do altar e a do banco. No altar, você tem o compromisso de ministrar ao povo, de levar a igreja à adoração. Já no banco, é um relacionamento exclusivo entre você e Deus. Por isso, a vida e o caráter do ministro deve ser tratado antes de estar à frente da igreja.

 

 



Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 13h09
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"Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor , e estava Davi cingido de uma estola sacerdotal”, II Samuel 6:14.
No Israel de Deus – passado e presente – é comum que o povo expresse seus sentimentos através das artes, sendo a dança um grande instrumento de comunicação. Portanto, a dança nunca foi algo “escandaloso” para o povo de Israel, nem tampouco para os outros povos do médio e extremo-oriente. Esse movimento não é nenhuma novidade e sempre fez parte das comemorações cristãs.
O preconceito em relação à dança é um problema cultural. Ao longo dos anos, alguns valores foram deturpados. Como, por exemplo, a questão do homem dançar estar associada à sua sexualidade. Há organizações tribais, como os índios e os aborígenes, em que só eles podem dançar. Já na Bíblia, observamos que os hebreus dançavam, sem distinção de sexo. A idéia do corpo ligada ao pecado e os gêneros que trouxeram vulgaridade também contribuíram para esta aversão aos movimentos.
Para Isabel Coimbra, líder do grupo de dança Mudança, da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte (MG), nós estamos vivendo uma transformação a partir do testemunho de vida dos adoradores. “Antes de sermos bailarinos, músicos ou cantores, somos vasos santos, ministros e sacerdotes. Logo, temos a responsabilidade de sermos referencial da glória de Deus”, declara.
Para o ministro de louvor Ramon Tessman, do Ministério Vida Nova, em Criciúma (SC), o temperamento artístico tem cegado muitos músicos, dançarinos e demais artistas cristãos. O resultado é insubmissão, rebeldia, sensualidade, mentira, e outras coisas mais. “Se as artes estão sendo restauradas por Deus, os artistas também precisam ser”, alerta.

 

 

 

 



Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 13h06
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Ouse não apenas DANÇAR para DEUS ,Ouse DANÇAR com DEUS !!!



Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 12h41
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Contar a história deste ministério é relembrar as lutas, dificuldades mas principalmente as experiências com Deus, nos leva a ver o quanto Ele foi e é maravilhoso conosco.
Como todo ministério que nasce antes no coração de Deus sofre retaliação, conosco não foi deferente. Passamos por um tempo do qual não gostaríamos de nos lembrar, mas é bom mencionar as lutas, para podermos bradar as vitórias que vem logo após elas. Foi um tempo difícil: calunias, levantes, discussões, uma época que parecia não ter fim, uma batalha interminável. Mas o tempo de Deus é perfeito, as lutas passaram e serviram apenas para unificar mais este ministério. Deus honrou nossa perseverança e se alegrou de nossas atitudes, porque mesmo em meio tantos problemas, não saímos de nossa posição, pois sabíamos que havia um propósito de Deus para nossas vidas. (Glórias a Deus!)
Hoje como Ministério de Dança Profética Leão de Judá, agradecemos a Deus por tudo o que Ele fez e fará em nossas vidas, somo totalmente dependentes d’Ele sem Jesus não podemos ministrar a dança profética e pedimos a Deus que nos revele o que Ele quer expressar através deste ministério, porque sem Ele nada poderíamos fazer e os passos seriam nada. Desejamos sentir que o coração de Deus está sendo tocado pelas danças e que Ele possa ver em nós a realização dos seus sonhos e a vidas sendo transformadas pela unção profética que flui de dentro de nós.
Dançamos como Miriã, com unção de vitória e livramento; como Davi, com restituição e restauração, rejeitando a toda sensualidade. Dançamos como a virgem que se alegra, porque o Senhor tem transformado nossa tristeza em regozijo.
Glória a Deus!
“ Ainda te edificarei e serás edificada ó virgem de Israel.ainda serás adornada com teus adufes e sairás com o coro dos que dançam.”
Jeremias 31:4

Thaymara
Líder



Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 12h24
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