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 Que fofo!!!!
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 16h12
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BOM se foce depender de min ficaria aqui escrevendo como foi uma benção o congresso de dança ontem ,Deus falou muito forte ao meu coração sobre a dança profética ,e eu creio que Deus vai nos usar muito ,pois hoje a dança não é um ministério simples dentro da igreja hoje a dança é muito valorizada .E eu creio Deus usa cada um de nos para ministrar sobre a igreja ! Por isso essa semana vou postar bastante sobre a dança proféica !
Obs:Quero avisalos que a lider a do ministerio da Soraia Morais vai estar ministrando na sexta com seu ministerio !! um grande beijo Deus Abençoe !
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 10h44
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Continuação
C) Evangelistas da dança (dança evangelista)
A dança evangelista (ou evangelística) é aquela que fala de Jesus, o Filho de Deus, aquela que leva ao Seu conhecimento. Nela, os adoradores procuram alcançar o coração das pessoas através de sua dança, mostrando a necessidade de se renderem aos pés do Criador, de receberem a Cristo em suas vidas e de segui-lO, tornando-se cristãos segundo o coração do Pai. De todas, essa é a dança que mais freqüentemente vemos nas diversas congregações.
D) Pastores da dança (dança pastoral)
Assim como o pastor deve guiar as ovelhas e delas cuidar, a dança pastoral é aquela que guia os adoradores, que ministra a Igreja, que a alimenta, sendo um canal de Deus para curas, transformações de vidas, sinais e maravilhas. É, ainda, responsável por manter o grupo na direção ensinada pelo Mestre.
E) Mestres da dança (dança mestral)
A dança mestral ocorre quando o adorador ensina o povo de Deus a seguir Seus mandamentos (Caminho) através da sua dança. Ocorre, também, quando este adorador compartilha o conhecimento dado pelo Senhor ao Corpo de Cristo com uma dança-teatro que ensina como um cristão deve agir diante de tentações ou provações, por exemplo. Além disso, esta unção ocorre quando o sacerdote da adoração ensina ao ministério e à Igreja os princípios de Deus para este ministério.
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 10h36
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“Dentro deste ministério existem os cinco ministérios.” Senhor Jesus
Essa frase eu ouvi do Senhor Jesus quando estava escrevendo os primeiros rascunhos deste estudo. Já havia sido ministrada anteriormente sobre a existência de uma dança apostólica e enquanto questionava se escreveria profética ou apostólica no texto ouvi do Senhor a frase acima citada. Procurarei compartilhar o que foi revelado pelo Senhor. Receba em seu coração e busque uma confirmação que, tenho certeza, virá até você, pois isto é algo bastante novo no nosso meio.
Antes, encontro ser necessário estabelecer alguns conceitos, que auxiliarão na compreensão desta revelação:
Muito temos ouvido acerca de atos proféticos. Eles já são uma realidade em praticamente todo o mundo. Onde existe um cristão que está entrando na revelação profética destes últimos tempos, já foi realizado pelo menos um ato profético. Mas em que consistem? A função do ato profético é estabelecer, demonstrar algo que Deus está querendo dizer, fisicamente. Seria o equivalente a mostrar com símbolos (incluem-se as palavras) ou por meio deles. Não podemos desconsiderar que o mundo foi construído por palavras e Palavras de Deus. O ato profético ainda tem a função da remissão do lugar em que ele está sendo realizado.
Já o ato apostólico exerce uma função distinta, ainda que, aparentemente, faça uso das mesmas ferramentas que são usadas para os atos proféticos. A diferença está no resultado, nos frutos. No ato apostólico não apenas se confrontam as fortalezas do inimigo (isso também é feito nos atos proféticos, mas de forma diferente, em níveis diferentes), mas, especialmente, se constrói um caminho santo, estabelecendo o Reino de Deus. Isso é equivalente ao que Paulo fez em Efésios (confronto com Diana, a vitória dos servos de Deus e o aumento do Reino) e ao que Jesus fez com os Doze na Galiléia.
“E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo” Efésios 4:11
A) Apóstolos da dança (dança apostólica)
A dança apostólica ocorre quando o adorador, através da sua dança (ou outra manifestação artística), faz algo que influencia, que age diretamente na implantação do Reino de Deus aqui na terra. É, inevitavelmente, uma dança de guerra, um confronto entre luz e trevas, mas com vitória em Cristo quando esta dança é totalmente dirigida pelo Espírito Santo. Há um efeito (fruto), uma mudança perceptível na região, algo visível, palpável, como a conversão de uma multidão, por exemplo.
B) Profetas da dança (dança profética)
A dança profética, por sua vez, também é uma dança de guerra, mas não apenas, pois podemos profetizar, na mais profunda adoração, o casamento do Noivo com a Sua Igreja. A dança é profética quando expressa, através de coreografia ou adoração espontânea (ou outra forma ainda), aquilo que o Senhor Jesus quer falar naquele momento ou aquilo que Ele deseja mostrar/revelar para aquele período e local. Em certa medida, podemos afirmar que esta forma de adoração vem sendo restaurada no Corpo de Cristo.
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 10h35
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Trazendo à Igreja o entendimento da "restauração do tabernáculo caído de Davi" (At. 15); com unção de vitória e livramento, como Miriã, com restituição e restauração; como Davi; dançando por causa do grande milagre, como o homem curado por Pedro e João, ao entrar no Templo; rejeitando a sensualidade de Herodia (que dançou pela cabeça de João Batista) e a dureza de Mical, que censurou a dança de Davi. Dançamos como a virgem que se alegra, por que o Senhor tem transformado nossa tristeza em regozijo. Lembramos que a Igreja nasceu em Jerusalém, não em Roma. Desromanizamos, assim, o nosso entendimento, e profetizamos que onde está o Espírito de Deus, aí há liberdade. Quando Davi trouxe a Arca do Concerto de volta, ele vinha dançando à Sua frente. Davi é um "tipo" do Messias. Como um noivo que se alegra em se encontrar com a noiva, assim a Igreja se prepara para o encontro com o seu noivo.
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 10h30
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Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 09h45
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Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 09h43
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Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 11h00
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1- Algo distintivo sobre louvor é que ele TEM QUE SER EXPRESSO seja através de canto, dança, instrumentos, gritos, proclamação, etc. Ou seja, ele tem uma natureza e forma extrovertidas. Meditação não é louvor. Se você estiver assentado, observando, quieto, ou imóvel, você não estará louvando. Você pode até estar adorando, mas não está LOUVANDO! E para terminar, quero deixar algumas razões pelas quais devemos louvar
1) Porque somos ordenados a faze-lo. (Sl 150:1) 2) Porque Deus habita no meio dos louvores. (Sl 22:3) 3) Há poder no louvor (Sl 149:6). 4) Porque é bom louvar a Deus (Sl 92:1; Sl 135:3) 5) Porque fomos criados para isso (I Pe 2:9; Is 43:21) 6) Acima de tudo, porque ELE É DIGNO E MERECEDOR! (Sl 48:1; Ap 4:11)
Nós louvamos a Deus quando nos achegamos a Ele. Quando Ele se achega a nós, então nossa única reação é adorar! Louvor é o que fazemos para que Ele venha! Adoração é o que fazemos quando Ele se manifesta! Louvor nos traz à presença de Deus! Adoração responde à presença de Deus! Portanto, abra sua boca aí mesmo onde você está! Que os altos louvores do Senhor sejam ouvidos em sua vida!
continuação
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 10h53
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1- Pular, gritar, erguer as mãos, bradar, correr, dançar por horas seguidas... O que é certo? Qual o limite? Como devemos reagir? Será que eu também devo? Bem, estas são muitas das perguntas que temos. Geralmente ficamos com um "pé atrás" quando vemos as coisas acontecendo durante o louvor e adoração. E realmente a nossa atenção é cativada pelo que os nossos olhos estão vendo. A pergunta de muitos é: o que tem fundamento bíblico e o que não tem? Como sei onde é o limite? Existe limite? Analisemos algo, existem mais de 50 palavras no original para a palavra LOUVOR. E todas elas, sem exceção, são verbos que transmitem a idéia de AÇÃO. O louvor nunca é algo contemplativo, meditativo, em silêncio. Ou seja, em outras palavras, se você diz estar louvando, você tem que estar exercendo alguma ação com seu corpo ou voz. Por exemplo, a palavra Barak significa louvar, reverenciar, bendizer ('diz bem de... '). A palavra Yadah significa confessar com mãos levantadas. Zamar, por sua vez, quer dizer fazer melodia ou dedilhar com cordas. Temos também Shabach, que é aclamar em alta voz, glorificar com louvor. Uma das palavras que mais gosto é Halal, que significa fazer barulho, fazer um claro e brilhante som, celebrar, PARECER TOLO! E então? Como pode? Essas palavras só têm sentido quando colocamos em prática. Quando olhamos para um irmão, e ele está rolando, caído no chão, rindo, correndo pelo templo, ou pulando feito louco, por que é que muitas vezes nós o julgamos? A palavra nos manda fazer barulho, nos manda levantar um glorioso louvor, e para isso, poderemos até "parecer tolos". O nosso louvor tem que ser claro e brilhante: "Bendizei, ó povos, o nosso Deus; fazei ouvir a voz do seu louvor" (Sl 66:8).
2-
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 10h49
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Thaymara (Lider) Que Deus continue te usando cada vez mais ,porque somos um ministeri de miriam ,e Deus vai nos usar mais e mais como ministerio Profetico !!
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 10h32
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Natalia e Pamela
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 10h29
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Thamy ,vc fica linda de qualquer geito amor !!!
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 10h28
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Ariane e Pamela amo mto vcs !!!!!!!!!!
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 10h26
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Olha o meu amor Ariane ,cada vez mais linda e abençoada por Deus ,Ari te amo mto!!!
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 10h24
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Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 17h52
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Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 17h51
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Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 17h50
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HISTÓRIA DA DANÇA - CONTINUAÇÃO...
Um movimento denominado Renascimento que surgiu, na França e na Itália, fez com que a arte renascesse e automaticamente se desligasse da igreja pelo desenvolvimento de uma sociedade, em especial a burguesia, que valorizava e arcava com os custos da arte favorecendo seu desenvolvimento.
Surge uma nova fase da dança de corte, onde aquela dança metrificada que estava desligada das danças populares, tornou-se uma dança erudita, onde os participantes além da métrica, deveriam saber os passos. Isso contribuiu para o surgimento de profissionais e mestres que estudavam as possibilidades de expressão corporal e consequentemente elavaram o nível técnico da dança. Esses professores e mestres eram altamente valorizadas nas cortes, sendo convidados especiais em todas as festas e respeitados pela família, pois eles chegavam a assumir o papel de pais nas apresentações das noivas a suas futuras famílias, pois essses eventos eram feitos sob forma de ballet mudo.
As danças de corte eram executadas como coreografias, sempre da mesma forma e deviam ser aprendidas por todos os nobres. Haviam coreografias onde o cavalheiro segurava no ombro das damas, giravam sobre si mesmo fazendo-as saltarem, com esse movimento as longas saias das damas levantavam e mostrava parte dos tornozeloes, essas danças eram conseideradas imorais.
Havia também os Ballets de Corte, surgido na França que eram uma espécie de teatro dançado, comuns em grandes acontecimentos. Os elementos que formava esse ballet era: dança, música, poesia, cenário e ação dramática. No reinado de Luís XIV, o Ballet de Corte tournou-se um instrumento de bajulação ao rei.
Os ballets contavam desde fatos políticos como uma vitória na guerra até romances. O que se pode descrever desses Ballets de Corte é que as coreografias apresentavam figuras geométricas como círculos, quadrados, triângulos e até letras, geralmente a letra do monograma do rei. Para que essas formações fossem visíveis, as danças eram exibidas num nível abaixo dos espectadores, numa forma parecida mas não semelhante à dos teatros de arena ou dos estádios de futebol (bem menores, logicamente).
Em 1661, primeiro ano de Luís XIV em poder oficial, ele fundou a Academia Real de Dança, antes mesmo das Academias de Letras (1663) e de Ciências (1666). A Academia Real de Dança tinha a função de preservar dança e a qualidade técnica.
Chales-Louis-Pierre de Beauchamps foi o responsável pela evolução técnica da dança clássica, ele foi o principal coreógrafo da França. Ele colocou em prática um "sistema de dança", que, de acordo com os ideais de Luís XIV, tendia à beleza das formas, à rigidez, ao virtuosismo, que valorizava a estética do corpo.
A técnica era quase tudo, Beauchamps, se apropriou dos passos do Ballet de Corte transformando-os, lapidando-os até chegar em produtos que são conhecidos atualmente: os entrechats (entrechatquatre, entrechatcinq, etc.), o grand-jeté, o pas de bourré. Além disso, ele também estabeleceu as 5 posições básicas, como formas de se aproximar ou afastar os pés numa distância proporcional e medida. Sua intenção era descobrir uma maneira certa para que o corpo do bailarino encontrasse sempre o seu eixo e o equilíbrio, estando ele dançando ou parado. Dessa forma, o mestre criou uma forma de se "escrever" o ballet, a partir da nomenclatura que deu aos passos formais de sua autoria.
São eles, hoje denominados, as cinco posições básicas do ballet.
Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 15h44
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HISTÓRIA DA DANÇA
Dançar é uma manifestação institiva do ser humano. Antes de polir pedra e construir abrigos, os homens já se movimentavam rítmicamente para se aquecer e se comunicar.
A dança se revelou desde muito cedo através de pinturas nas cavernas pré-históricas, percebe-se as primeiras tentativas de mostrar o homem primitivo dançando institivamente, usando seus movimentos e gestos para comemorar vitórias, enfim o homem dançava em cada manifestação de vida.
Sendo assim, percebemos que a dança sempre estive presente na história da humanidade (nascimento, casamento, plantio, colheita, morte) e refletiam a necessidade de comunhão, de celebração, de união entre as pessoas e reverência aos deuses.
Todavia, na Grécia a dança era tida como essencial para a educação, para culto e para o teatro. O filósofo grego Platão aconselhava que todos os cidadãos gregos aprendessem a dançar para desenvolver o autocontrole e o desembaraço na arte da guerra. Danças com armas faziam parte da educação dos jovens Atenienses e Espartanos e as danças sociais eram realizadas em ocasiões festivas e nos jogos olímpicos.
Na Idade Antiga existiam as danças tidas como sagradas e profanas. No antigo Egito o povo se dedicava à agrigultura, por isso suas festas religiosas se concentravam em danças para homenagear Osíris, o deus da vegetação.
Os escravos dançavam nas festas para divertir as famílias ricas e seus convidados.
Ainda na Idade Média, a primeira citação que a Bíblia Sagrada faz sobre dança sagrada é no livro de Êxodo 15:20 20 – “Então Miriã, a profetisa, irmã de Arão, tomou na mão um tamboril, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamboris, e com danças. Esse momento, houve uma celebração pelo livramento que o verdadeiro Deus concedeu ao povo de Israel”.
Entretanto, no mesmo livro Êxodo 32:19 – “Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças, acendeu-se-lhe a ira, e ele arremessou das mãos as tábuas, e as despedaçou ao pé do monte, temos aqui, um exemplo de dança profana”.
Durante a Idade Média, aproximadamente do século V até o século XIV, o cristianismo tornou-se a força mais influente na Europa e foram proibidas as danças teatrais, por represnetantes da igreja, pois, para eles algumas delas apresentavam movimentos muito sensuais.
A dança passou a ser mal vista pelas autoridades aclesiásticas, como exemplo temos: um decreto do papa Zacarias, no anos de 774, “contra os movimentos indecentes da dança ou carola” (carola era uma dança típica da época), outro decreto do concílio de Avgnon, determinou que “ durante a virgília dos Santos não deve haver nas igrejas espetáculos de dança ou carola”. Contudo, mesmo com toda a repressão as pessoas contuavam a dançar em festas comemorativas. A primeira sendo: uma dança de roda e o segundo uma dança em três tempos, na qual os participantes não se tocavam. Eram danças de celebrações ao som de cantos Gregorianos, e ritmadas com tambores e tamborins.
Dessa forma, a carola era dançada por qualquer pessoa, porém em ocasiões não religiosas. Era uma dança livre, popular que represnetava comunhão porque eram dançada em grupos, em rodas, em fileiras.
Nessa ocasião, as camadas privilegiadas, buscou uma forma de se diferenciar e inventaram uma dança mais sofisticada, onde o corpo acompanhava uma métriva musical e ao mesmo tempo, buscava beleza dos movimentos e formas. Começa a surgir, uma dança erudita, das camadas privilegidas, destacando-se das danças populares. Com isso, a ciência que estudava as regras que regem o corpo começava a ganhar espaço
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Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 15h42
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Escrito por docinho_dance@dançasprofeticas às 15h36
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