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Escrito por danca_danca às 18h24
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LOUVOR E ADORAÇÃOIsabel Coimbra Texto extraído na íntegra do livro “Dança: Movimento em Adoração” Sacrifícios agradáveis a Deus, são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito não desprezarás ó Deus. (Salmo52:17.) A essência do louvor e da adoração Tenho aprendido que louvar e adorar a Deus constituem o caminho para que se acrescentem bênçãos à nossa vida, pois quando exaltamos o nome do Senhor há o gerar de uma abundância total de graça em nossa vida, seja na perspectiva terrena ou espiritual. Mas é preciso compreender que devemos adorá-Lo todo o tempo, inclusive em meio às diversidades, porque são nelas que realmente precisamos confiar e esperar no Senhor. Bendirei o Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios. (Salmo 34:1.)
Como podemos constatar, as referências bíblicas sobre o louvor e a adoração, revelam que estes não são definitivamente um dispositivo para um alisamento do ego de Deus muito menos um chamado para a confirmação semanal de nossa perícia em declaração doutrinária, seja no canto, na música ou na dança. Deus não precisa e não se preocupa com nada disso, Ele não se impressiona com nossos talentos nem com o que possamos fazer para Ele. Ele se preocupa com a nossa VIDA e está sempre nos perguntando: “Você me quer?” Para mim, o louvor e a adoração são um estilo de vida. É estar permanente na presença de Deus. A Bíblia apresenta a pessoa de Deus nos chamando consistentemente para adorá-Lo na Sua presença, para que possa nos libertar, nos curar, nos remir, nos restaurar e nos renovar. Deus anseia mover a nossa vida. Deus quer se mover na Sua Igreja. Nesse sentido, podemos perceber que no dia-a-dia a comunhão com Deus na adoração é uma rua de mão dupla, onde o Pai deseja satisfazer todas as nossas necessidades na Sua presença, ao mesmo tempo que se alegra com as nossas expressões de louvor e gratidão como reflexo de nossa busca por Ele. Sabe por quê? Ele nos ama! Para tanto, é necessária uma entrega total e irrestrita na comunhão com o Pai. O adorador deve se despir de toda vontade própria para morrer em Cristo para servi-Lo em espírito de sacrifícios agradáveis a Deus. O sacrifício, por sua vez, requer humildade, e muitas vezes se manifesta corporalmente. Segundo Hayford (1995), o sentido básico de proscuneo ou proskyneô, termos que designavam adoração no Novo Testamento grego, corresponde a shawkhaw, o termo hebraico do Antigo Testamento: ambos significam prostrar-se com toda a totalidade de nosso ser ou de nossa existência. Segundo o autor, “o prostrar-se do orgulho e a rendição da vontade humana, que tão facilmente procura afirmar sua própria dignidade às custas da participação humilde na adoração sincera, espiritualmente viva e fisicamente expressa.” (Hayford,1995:147.) Temos um exemplo perfeito na Bíblia: Davi. Ele era um rei, guerreiro e sacerdote e mesmo assim se despiu de todo o orgulho e ainda ensinou Israel a adorar em todos os níveis – com novos cânticos, novos instrumentos, com danças e novas expressões de louvor. Sua humildade de coração provocou uma resposta imediata do Espírito Santo de Deus através da alegria e do júbilo que invadiu toda a Israel. Davi, acima de tudo, era um adorador! Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava cingido duma estola sacerdotal de linho. Assim, Davi com todo Israel, fez subir a arca do Senhor, com júbilo, e ao som de trombetas. Assim Davi, com todo o Israel fez subir a arca do Senhor com júbilo , e ao som de trombetas. (II Samuel 6:14-15.) Assim, o tabernáculo de Davi foi levantado, mas os textos bíblicos nos livros de Reis e Crônicas relatam sobre a dureza de coração do povo eleito, sobre os pecados de idolatria e tantas outras abominações que concorreram ano após ano para a sua queda e destruição. Mas o Senhor é fiel e seus planos são perfeitos. Ele prometeu a restauração daquele tabernáculo: Naquele dia levantarei o tabernáculo caído de Davi, repararei as suas brechas; e levantando-o das suas ruínas restaurá-lo-ei como fora nos dias da antiguidade. (Amós 9:11.) Historicamente, o texto bíblico no livro de Reis nos mostra que o templo do Senhor gerado em Davi e levantado por Salomão foi contaminado pelo pecado, tendo como conseqüência a sua destruição e a decadência do povo hebreu na sua relação e intimidade com Deus. Dessa maneira, podemos dizer que depois de Davi e Salomão houve um enrijecimento progressivo da fé, culminando com posicionamentos puramente teológicos, cristalizados por costumes culturais particulares e uma visão de religião, fé e relacionamento com Deus limitados a meras palavras e aparências. No entanto, por causa de Jesus, as promessas de um avivamento sob o derramar do Espírito de Deus em toda a terra constitiuem uma realidade vivida nos dias de hoje. Creio que a promessa de Deus sobre a restauração do tabernáculo de Davi teve início em Pentecostes na ocasião relatada em Atos. Fico imaginando como foi aquele dia: os discípulos reunidos relembrando os ensinos de Jesus, comentando todos os acontecimentos, os milagres, o túmulo de Jesus vazio, e tantos outros episódios. Estavam ali orando, glorificando e exaltando a Deus até que de repente veio do céu um vento impetuoso que encheu a casa. Línguas como de fogo pousaram sobre todos naquele lugar e eram cheias aquelas pessoas do poder e do toque do Espírito Santo. Pareciam embriagados, e estavam mesmo cheios do Espírito Santo de Deus. Era o consolador, aquele de quem Jesus já lhes havia falado. (Atos 2:1-4.) É tremendo! A Igreja primitiva cristã experimentou muitos milagres, vivenciou a promessa do cumprir de Deus, no entanto, muitos zombaram e muitos sequer creram naquela realidade profética. Por isso, Pedro, ainda naquele tempo, advertiu-os citando Joel 2:28, que profetizou : E acontecerá que nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; até sobre os meus servos e sobre minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias e profetizarão. (Atos 2: 17-18 .) Até mesmo os discípulos Barnabé, Paulo, Tiago e Simão em suas reflexões, ao analisarem sobre os acontecimentos pós-pentecostes, testificam que todos os acontecimentos eram promessas de Deus para aqueles dias, conferindo, segundo eles, com as palavras dos profetas já escritas: Cumpridas e estas coisas, voltarei e reclamarei o tabernáculo de Davi, que está caído; e , levantando-o de suas ruínas, restaurá-lo-ei. (Atos 15:16.) Mas é preciso compreender que essa promessa está relacionada com a restauração do relacionamento e da intimidade do ser humano com Deus. Com o posicionamento de dependência total, de uma relação restaurada entre criatura e criador, da identidade de filhos de Deus, do adorador. Por isso a adoração não é um momento isolado, mas um modo de viver, e nesse contexto Davi, novamente, é um bom exemplo. Se observarmos em Salmos, veremos um adorador de tempo integral, um homem cujo estilo de vida era adorar, honrar e bendizer a Deus. Outro fato importante é que em Romanos 9:10 essa promessa se estende a todo aquele que confessar com a boca e crer com o coração que Jesus é o Senhor e que Deus o ressuscitou dentre os mortos. Este será salvo, mas observe que essa promessa não se restringe apenas ao povo hebreu: Então falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável. (Atos 10 : 34-35.) Todos nós somos chamados em Jesus, e é nEle e por Ele que temos a chance de fazer parte deste plano maravilhoso: a salvação. E há razão maior para louvá-Lo, adorá-Lo e engrandecer o Seu nome? Na verdade, é um privilégio muito grande para nós! Por isso é compreensível que as Escrituras nos convoquem a adorar a Deus com louvores, exaltando-O na assembléia do povo (Salmo 107:32.), dando graças na grande congregação, louvando-O no meio da multidão (Salmo 35:18), celebrando com júbilo ao Senhor. Por outro, João 4:24, nos adverte: “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”. Enfim, Deus não precisa da nossa adoração. Ele não se admira com nossos talentos, nossa performance ou a obra realizada, muito menos com o que sai da nossa boca. Ele quer a nossa vida, a sua vida. Ele deseja nos curar, nos libertar, nos ensinar, nos amar! Lembre-se: nós não fazemos favor a Deus ou à Igreja; o privilégio é todo nosso! Louvor e adoração: há diferença? A Palavra de Deus e a experiência com o Espírito Santo têm me ensinado que há diferença sim. Mas é como se ambos os conceitos, formassem as faces de uma mesma moeda. Observe o esquema que se segue:
LOUVOR | & ADORAÇÃO | Conduz à adoração | « Conseqüência do louvor | Por causa dos feitos de Deus | « Por que Ele é Deus | Nasce da alma | « Nasce do Espírito | Emoção | « Devoção | Expressão de vida | « Estilo de vida | Nos leva aos átrios | « Diante do Trono de Deus | Relacionamento | « Intimidade | Você honra a Deus | « Você ama a Deus |
Sob a lente desse raciocínio, podemos dizer que louvamos a Deus pelas bênçãos derramadas em nossas vidas, mas O adoramos “simplesmente” porque Ele é Deus. O louvor nasce do reconhecimento de sua graça, mas a adoração não depende das circunstâncias, pois sabemos em Quem temos crido! O Louvor é uma expressão de honra, gratidão e relacionamento com Deus, mas a adoração é a revelação de intimidade com Ele. Enquanto o louvor nos leva às portas da casa do Pai, a adoração nos coloca no colo dEle. Enfim, para adorar verdadeiramente a Deus precisamos amá-Lo, precisamos estar perdidamente, desesperadamente apaixonados por Ele. E você está? Assim, em meio às múltiplas maneiras de cultuar e adorar a Deus, há um elemento imprescindível: um amor a Deus sem limites. (Dt 6:4-5 e Mt 22:36-37.). Sem esse “detalhe” o culto se abstém de todo valor e, segundo Shedd (1987), pode até deixar de se caracterizar como um culto a Deus. As Escrituras nos mostram que somente um coração apaixonado por Deus, é capaz de adorá-Lo, agradá-Lo e amá-Lo em todos os atos e palavras. Tanto no Antigo como no Novo Testamento, o amor sincero no coração do ser humano é o alvo da busca de Deus: “Circuncidai, pois o vosso coração”. (Dt 10:16.) Evidentemente, para amarmos a Deus, precisamos crer que Ele Se revelou e crer no que Ele é. Sua revelação não se limita a conceitos teológicos, inclui atos que evidenciam Seu amor e longanimidade para com aqueles que têm negligenciado e ignorado as evidências do Seu imenso interesse pela libertação e salvação de suas vidas. Deus procura uma comunhão através da verdadeira experiência com cada ser humano que experimentou passar da morte para a vida pelo sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Assim, o adorador reconhece em Jesus a expressão máxima do sacrifício por amor de sua vida, e do mesmo modo é natural que quem experimenta essa graça descubra uma reciprocidade de amor e gratidão que se transforma em louvor e adoração. Nesse sentido, Jesus nos alerta: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viveremos para ele e faremos nele morada. Quem não me ama, não guarda as minhas palavras; a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai que me enviou. (Jo 14 :23.-24.) Um verdadeiro adorador possui um amor integral que envolve toda a sua existência, requer entendimento e todo esforço que podem implicar desde sentimentos íntimos, até atividades corporais particulares para desenvolver sua capacidade, talento e atitude em atos de amor a Deus. (Lc 10:27.)
Escrito por danca_danca às 18h23
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| Estudos sobre Cores e Simbolismos retirado do Livro Profetas da Dança Vermelho ( Escarlate, Carmesim ) – Sangue, Reconciliação, Sacrifício, Pecado: Lv 17:11, HB 9:12-14, Is.1.18. Azul - Céu , Graça celeste, Revelação divina - Ex. 24:10, Nm 15:38, Ez1:26 Púrpura - Realeza -Jz 8:26, Mc 15:17-18 Branco - Pureza e Santidade ,Justiça –Dn 7:9, Sl 51:7, Mt 17:2, Ap 3:4,19:8 Prata - Redenção , Palavra de Deus – Sl12.6, Zc 11:12-13. Ouro, Dourado-Divindade e a Glória de Deus - Ap 1:13-14,3:18, Ex.40, 2 Cr.4:20-22. Bronze, Cobre, Metal – Julgamento - Ex 27:1-3, Ex. 30:17-21, Nm21:9. Amarelo - Celebração e alegria ( em referência ao óleo) , Glória de Deus- Is. 51:11 Is. 61:3 e Hb. 1:9, Ez 1:4 Verde - Nova vida, Florescimento, Renovo, Vigor, Prosperidade - SL 92:12-14, Os. 14:8, Sl 52:8, 92:14. Marrom/Cinza - Arrependimento e humilhação Éster 4:3. Laranja/ amarelo/ vermelho - Fogo e Espírito Santo, Louvor At 2:3, Sl 113:3 Ameixa - Riqueza, Abundancia, Ser cheio do Espírito Santo - Os 2:22, Joel 2:24 Preto - Pecado, Morte - Lm 4.8, Ef. 5:11, Ml 3.14, Jr 8.21 Roxo - Realeza,majestade - Et 8:15, Dn 5:7 Fonte: Adorando ao Senhor na Dança, e outros. | | | | Autor: Gisela M. Kohl Matos |
Escrito por danca_danca às 18h12
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Ministerio de Dança Profetica Leão de Judá (Atual)
Escrito por natalia_euamodancar às 17h54
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Estou reabrindo o nosso Blog 
Escrito por natalia_euamodancar às 17h51
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